A origem do conhecimento do homem sobre o poder curativo das plantas é muito diversa. Por instinto, observando os animais, as analogias com as cores, formatos, gostos. Além é claro da casualidade, a observação e as tentativas. Essas maneiras de descobrir as propriedades das plantas como curativas constituem o empirismo, sobre o qual se estabelece a medicina.
Cada planta deve ser alimento e medicamento, sendo a distinção entre um e outro a referência com a dose e a finalidade em que são utilizadas.
Mas o que é medicamento? É uma substância alimentícia que passa a fazer parte da constituição sanguínea e que suscita mudanças de que se pode tirar partido, tanto por seu emprego exclusivo como por sua ação intensificada.
E as plantas venenosas? A maioria dela são devido à dose e às manipulações a que são submetidas em laboratórios, de onde extraem e aumentam seus princípios ativos. O mesmo acontece com os alimentos e esta é a lógica dos naturalistas.
Fontes:
Enciclopédia das Ervas e Plantas Medicinais. René Morgan, 1979. Editora Hemus

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